O clientelismo, o fisiologismo e o personalismo são práticas políticas que têm a ver com a maneira como os políticos e os partidos políticos se relacionam com seus eleitores e uns com os outros. Aqui estão as definições desses termos:
1. **Clientelismo**: É uma prática política que envolve a troca de favores entre políticos e eleitores, na qual os políticos oferecem benefícios materiais (como empregos, favores, bens, serviços ou concessões) ou vantagens em troca de apoio político e votos. O clientelismo é muitas vezes associado à corrupção e é considerado uma prática antidemocrática, pois distorce a relação entre representantes e representados.
2. **Fisiologismo**: É uma prática política que se caracteriza pela troca de apoio por favores políticos, independentemente de ideologias ou compromissos programáticos. Na prática, os políticos fisiologistas estão mais interessados em ganhar vantagens pessoais ou para o seu grupo político do que em servir ao bem público ou seguir um conjunto coerente de ideias políticas.
3. **Personalismo**: Na política, o personalismo é uma abordagem ou sistema em que uma única pessoa, o líder, é o foco central de poder e atenção, muitas vezes em detrimento das instituições democráticas. Esses líderes costumam utilizar carisma, popularidade ou a projeção de uma imagem forte para manter e consolidar seu poder. No personalismo, as políticas e ações são frequentemente vistas como uma extensão da vontade ou do caráter do líder, em vez de serem baseadas em princípios ideológicos ou programáticos.
Essas práticas são amplamente consideradas prejudiciais à democracia, pois minam a igualdade de representação, a transparência e a responsabilidade na política.
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